Mova

me leve

me leve olhos do céu

me leve a esta brisa silenciosa

me leve ao seus amplexos

caso não me levar

me carregue 

nesses braços leves

me carregue.

Deixe um comentário

Arquivado em Contos

Não Pare na Estrada.

As vezes penso “será que é só comigo que acontece isso”, pois é a sorte ou outra coisa parecida ultimamente não está ao meu lado, ou talvez esteja e eu não enxergo. Em muitas oportunidades que tive não consegui segurar com as duas mão, se segurei alguma vez ela escapou. Mas não baixar minha cabeça e me deixar abalar por isso, talvez seja uma fase que tenho que passar (espero!)

Assim não vou parar na estrada, vou seguir e o que tiver para acontecer vai acontecer.

A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido e não na vitoria propriamente dita

Mahatma Gandhi.

Deixe um comentário

Arquivado em Pense

Era Carnaval…

Baianas

Pois é… É carnaval, maior festa popular brasileira, época que o povo brasileiro sai às ruas para se divertir, ou seja, “cair na gandáia”, época em que as tvs mostram mulatas com os seus “bumbuns” à mostra, época em que a felicidade aflorece nas pessoas, músicas com ritmos de axé, calam o melhor da música brasileira. Mas como eu não gosto, não que eu seja contra, e também não sou à favor, vim demonstrar o meu repúdio ao carnaval, primeiro é errado dizer que é uma festa popular brasileira, pois, surgiu na europa, se espalhou pelo mundo e, entre outras verdades sobre o carnaval, o vídeo a seguir vai revelar.

 

 

 

Deixe um comentário

Arquivado em Textos avulsos

Confondre jour des heures agréables

Tem sido dias confusos de horas agradáveis, descalço pela rua, unindo o improvável ao seu bem estar, acende seu cigarro ao vento cortejante, seu rosto nada compatível ao seu dia, sua pele desajeitada com a sua roupa, seus dedos entrelaçados, seus braços agarrados aos seus ombros. Ofegante, desesperado saiu como se nada fosse ao seu favor, suas torturas saim de seus olhos, entre vidros opacos, escreveu seu sentido indesejável. Livros sobre a mesa, cupins almoçavam velhas folhas, em seus lábios aquele velho cigarro, fumaças dançavam balé, sua velha vitrola tocava um Jazz, marginalizado jazz. …. Tem sido dias confusos de horas agradáveis, O frio reinava aquela noite de outubro, o vento cutucava seus ombros, sua [ex] pele, não era mais macia, seu rosto esfumaçado por suas fumaças. Não eram mais dias agradáveis…

Deixe um comentário

Arquivado em Textos avulsos

Novo

Migrei para o WordPress.

1 comentário

Arquivado em Contos, Textos avulsos